É possível amamentar após enfrentar o câncer de mama?

Com a retirada das mamas, muitas mulheres acreditam que não podem ter a sensação de alimentar seus bebês. Mas existem alternativas eficientes que possibilitam esse ato de amor

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Amamentar é para a maioria das mães um momento especial. Além de estreitar os laços com seus bebês, fornece um alimento extremamente importante aos pequenos, o leite humano. Mas para aquelas mulheres diagnosticadas com câncer de mama que são submetidas à uma mastectomia (retirada da mama), essa experiência é ainda mais representativa.

“Com a mastectomia, as glândulas mamárias são retiradas e assim não haverá produção de leite. A retirada pode ser parcial, uma mama, ou total, as duas. Caso a retirada seja parcial, é possível manter uma amamentação exclusiva para o bebê. Assim, ele não precisará de complementos, como o leite industrial”, afirma a pediatra e gestora de qualidade da Maternidade Brasília, Dra. Sandi Sato.

A maioria das mulheres que apresentam a doença pode se deparar com a falta dos seios acompanhada da possibilidade de não poder alimentar seu filho. Mas existem alternativas que podem dar a elas essa percepção. “Algumas mães podem ter a sensação de amamentar seus bebês por meio da translactação. É uma técnica em que o bebê é colocado junto ao peito para mamar o leite por meio de uma sonda próxima ao mamilo”, explica a Dra. Sandi.

O leite humano doado aos bancos de leite pode ser uma alternativa para estas mães. Por isso, a médica ressalta a importância do incentivo ao aleitamento materno e da doação de leite humano para os bancos de leite. “Infelizmente, a coleta ainda não é suficiente para atender todos os bebês que por algum motivo de saúde necessitem do leite humano doado. Precisamos de uma maior conscientização das mães que podem doar e assim ajudar quem não pode oferecer leite para seus filhos”, ressalta a especialista.

Banco de leite

A Maternidade Brasília possui um Banco de Leite Humano especializado e certificado com padrão Ouro. Ele assegura a doação, o processamento adequado e a distribuição do leite materno, cumprindo as normas técnicas de processamento e controle de qualidade. Além de oferecer estrutura física, equipamentos e recursos humanos especializados. “Na Maternidade Brasília nos empenhamos diariamente para conservar esse padrão, mantendo a qualidade dos nossos processos e da nossa estrutura, tendo à frente uma equipe de profissionais altamente preparada”, afirma Dra. Sandi Sato.

O câncer de mama

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que este ano no Brasil mais de 57 mil novos casos da doença devem ser diagnosticados. No Distrito Federal, a previsão é de que mais de 1 mil mulheres enfrentem a doença no mesmo período.

Por meio da alimentação saudável, atividade física e do controle do peso corporal é possível evitar 28% dos casos de câncer de mama, de acordo com o Inca. A amamentação exclusiva até os seis meses é também um fator de proteção. “A mulher que amamenta, e amamenta por um tempo prolongado, tem menor risco de ter câncer de mama ”, reforça a Dra. Sandi.

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Maternidade Brasília
Inaugurada em 2012, a Maternidade Brasília é a única instituição exclusiva à mulher e aos profissionais dedicados ao seu cuidado. Com foco na qualidade e segurança, trabalha centrada no atendimento humanizado e direcionado nas especialidades médicas: ginecologia, obstetrícia, infectologia, pediatria, e cirurgia plástica.

Doações:
Banco de Leite Humano
(61) 2196-5318

Mais informações:
Assessoria de Imprensa
Imagem Corporativa
(61) 3542-1501

Website: https://www.hospitalbrasilia.com.br/

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