Prefeitura de Santo André reabre Banco do Povo para incentivar empreendedorismo e gerar empregos

Espaço, que estava fechado há três anos, oferece crédito para micro e pequenos empreendedores com juros abaixo do mercado

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Foto: Alex Cavanha/PSA
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Dando prosseguimento ao objetivo de gerar mais oportunidades de trabalho ao cidadão andreense, a Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego, reabriu na terça-feira (3) o Banco do Povo Paulista, localizado na Praça de Atendimento do Prédio do Executivo.

Fechado desde 2015, o equipamento é uma instituição de microcrédito produtivo que atende micro e pequenos empreendedores sendo pessoa física ou jurídica, com juros de apenas 0,35% ao mês. O Banco possui em todo o Estado de São Paulo mais de 400 mil clientes e já operou mais de R$ 1,9 bilhão em empréstimos. O fundo de recursos utilizado para a oferta dos empréstimos é formado com base em um convênio entre o município e o governo do Estado de São Paulo, onde a cidade se responsabiliza por 10% e o governo estadual por 90% dos recursos que compõem o montante.

Com o retorno das atividades da unidade andreense, o espaço localizado no térreo 1 da Prefeitura passa a concentrar diversos serviços voltados ao emprego. O Banco do Povo Paulista fica ao lado da Sala do Empreendedor e também da CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda de Santo André), ambos equipamentos abertos no ano passado pela atual administração.

“Desde que assumimos a gestão colocamos como um dos pontos mais importantes a retomada do crescimento econômico, trazendo emprego, renda e qualificação. Primeiro tivemos o CPETR, depois a Sala do Empreendedor e agora o Banco do Povo Paulista, assim colocando uma grande semente do Poupatempo do Empreendedor, que está no nosso planejamento para a cidade”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Para pessoas físicas o crédito oferecido pelo Banco do Povo Paulista pode chegar a até R$ 3 mil, enquanto para jurídica – incluindo o MEI (microempreendedor individual) – o teto atinge R$ 20 mil. Para associações e cooperativas produtivas ou de trabalho chegam a R$ 25 mil.

“Estamos fornecendo este instrumento de investimento para o microempreendedor financiando uma nova empresa, ou comércio, e assim gerando empregos, o que é o fundamental. A cidade precisa de postos de trabalho e renda para continuar o seu desenvolvimento, assim como fizemos no ano passado, chegando a um saldo de mais de 1.600 novos empregos e acabando o ano de maneira positiva”, finalizou Paulo Serra.

Texto: Guilherme Menezes
Foto: Alex Cavanha/PSA

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