Na era online: agência de comunicação cria consultoria para atender empresas que buscam integração entre assessoria de imprensa e redes sociais

Estudo da Qualibest revela que influenciadores digitais já são a segunda fonte de informação na hora que o consumidor decide comprar um serviço ou produto, só perdendo em influência para parentes e amigos. Com isso, empresas buscam criar conteúdos mais verdadeiros para gerar negócios

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Na era online: agência de comunicação cria consultoria para atender empresas que buscam integração entre assessoria de imprensa e redes sociais
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Uma pesquisa do Instituto QualiBest, realizada em março de 2018 com 700 brasileiros de todas as classes e com idades entre 20 e 29 anos revela que os influenciadores digitais já são a segunda fonte de informações para a tomada de decisão na compra de um produto, citada por 49% dos respondentes, perdendo apenas para amigos e parentes, citados por 57% dos respondentes. Do montante, 76% afirmam seguir ao menos um influenciador digital. Deste grupo, as redes sociais mais utilizadas são Facebook, 92%, YouTube, 90%, Instagram, 73%, Twitter, 31% e SnapChat, 23%.

O estudo vem ao encontro do novo posicionamento da agência C3COM Comunicação e Relações Públicas, que atuou durante anos como assessoria de imprensa e, neste ano, tem passado por um processo de reinvenção. Suas equipes de atendimento seniores com experiência em redações e treinadas por especialistas em comunicação dirigida, são vistas como referência em produção de conteúdo noticioso para diferentes segmentos do mercado.

Diante do aumento do poder dos influenciadores digitais no comportamento dos consumidores brasileiros, a agência se viu com o desafio de produzir comunicação integrada de fato, ou seja, promover não só a comunicação entre corporações e imprensa, como também entre seus consumidores e admiradores que hoje, mais do que nunca, estão nos meios digitais. Dessa forma, foi criado um novo núcleo dentro da agência, o PressDigital, que vai oferecer serviços de inteligência digital para o mundo corporativo totalmente aliados às estratégias de divulgações para a imprensa: TV, rádio, jornais, revistas impressas e portais de veiculação nacional. “Não estamos deixando de fazer assessoria de imprensa, pelo contrário, o serviço é o carro-chefe da agência. Mas estamos realizando-o de maneira integrada com o digital”, conta Ionara Teixeira, diretora da C3COM.

A solução vem para suprir uma necessidade observada no mercado. “Às vezes, as marcas chegam com um budget buscando assessoria de imprensa, porém, naquele momento não é apenas disso que precisam. Dependendo do público que querem atingir, uma campanha integrada com as mídias digitais poderia ser mais assertiva, por exemplo. A partir daí, damos início a uma pesquisa para entender qual influenciador “engaja” mais aquele determinado tipo de público e como sustentar a campanha em diversos tipos de mídias. Esse é um braço criativo para produzir conteúdo com influenciadores para marcas, o que pode ser realizado tanto com influenciadores que conversam diretamente com outros empresários, quanto com influenciadores que engajam e vendem direto para o consumidor final. As campanhas que saem desse núcleo fazem parte de uma estratégia robusta de comunicação, e não de ações isoladas”, explica.

“Entender o comportamento das pessoas que usam as redes sociais é o mais importante para se começar a pensar em uma campanha”, diz Ionara. A opinião da especialista em Relações Públicas é reforçada por uma pesquisa encomendada pelo Facebook para a Ipsos Connect, que revela: entre as pessoas que acessam ambos os feeds do Instagram e do Facebook com a mesma frequência, o Facebook atende às vontades delas por empoderamento, reconhecimento e conexão, enquanto a rede social de fotos e vídeos atrai mais pelo desejo de diversão, relaxamento e descoberta.

No estudo, foram entrevistadas pessoas entre 18 e 64 anos, residentes na Austrália, Brasil, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido. A pesquisadora Vicki Molina-Estolano, do Facebook IQ, revela ainda que os brasileiros são muito ativos nas duas plataformas, superando a média geral dos demais países em quase todas as dimensões – desde compartilhamento até a procura de conteúdos.

Segundo Ionara, o start já foi dado. “Gostamos muito de trabalhar o conteúdo das marcas que nos procuram nos formatos e nas mãos das pessoas certas. Essas parcerias com influenciadores funcionam muito bem, pois temos uma expertise diferenciada de conseguir adaptar o mesmo tema para públicos diferentes e construir discursos verdadeiros e que criam engajamento. Isso é o que acaba se convertendo em negócios”.

Além disso, a especialista aposta que este é um ótimo momento para marcas pequenas e médias, ainda mais no Brasil. “As empresas que tiverem produtos novos, novidades para lançar, pesquisas do seu mercado, e quiserem aproveitar esse ‘casamento’ da comunicação offline e online vão se dar muito bem. Um alerta é não se apoiar apenas em preço mas, sim, em um trabalho com propósito verdadeiro e resultados mensuráveis a curto e médio prazos”, completa.

 

Website: https://www.c3com.com.br/

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