O impacto dos benefícios na nova legislação trabalhista

O objetivo deste e-book é explicar quais foram as principais mudanças da reforma trabalhista, da lei n.º 13.467 sancionada pelo presidente Michel Temer que entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017.

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A nova legislação trabalhista, a Lei 13.467, que entrou em vigor em novembro do ano passado, gerou muitas reflexões por parte de empregadores e empregados. Se, de um lado, empregados sentiram a redução de seus direitos, por outro, empregadores viram mais flexibilidade de negociação, o que acreditam ser um importante propulsor para a economia. Independentemente de qual lado se está, é impossível manter-se alheio às mudanças.

Entre as alterações mais comentadas estão as ligadas à jornada de trabalho, com grande destaque para a intermitente, onde o trabalhador recebe por hora e não tem horário fixo para trabalhar. Um ponto que agradou aos empregados foi o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Outra regra que parece ter agradado a ambos foi o fim do acerto informal, facilitando o processo de desligamento de um colaborador.

Vantagens e desvantagens à parte, uma questão inegável é que a nova legislação trabalhista deixou a relação entre empregadores e empregados mais sensível, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Trabalhos mais flexíveis fazem com que o trabalhador busque mais alternativas e, certamente, dê prioridade ao empregador que lhe oferecer melhores condições.

Nesse ponto, é importante dizer que o trabalhador, normalmente, não está apenas em busca de um melhor salário. Ele busca um ambiente acolhedor, um bom clima organizacional, oportunidades de carreira e, logicamente, benefícios que completem sua percepção de valor.

A partir desse contexto, cabe aos RHs buscarem cada vez mais opções para agradar, no intuito de atrair e reter colaboradores. Segundo uma pesquisa realizada pela Catho, entre os benefícios preferidos dos brasileiros estão a assistência médica, participação nos lucros e os ligados à alimentação, como vale refeição e cesta básica. Cerca de 25% dos entrevistados acreditam que a cesta básica seja um dos benefícios mais importantes.

Motivos para essa escolha não faltam. A cesta é entregue diretamente ao colaborador, não sendo necessário que ele se desloque até um supermercado, como é o caso dos cartões de alimentação. Além disso, é possível garantir que o benefício não seja gasto com produtos não-alimentícios. Para a empresa, além dessa tranquilidade, esse benefício garante ainda economia. Em média, as operadores de cartão cobram uma taxa administrativa em torno de 5%.

Pesquisas mostram que a cesta básica aumenta a satisfação dos colaboradores, gera mais motivação, aumenta a produtividade e melhora a relação entre colaborador e empresa. É possível perceber ainda redução no absenteísmo e na rotatividade de funcionários, visto que esse é um benefício importante, que impacta no orçamento das famílias. Para completar a lista de vantagens, as empresas que adotam a cesta básica tem direito a um incentivo fiscal, com abatimento de até 4% no Imposto de Renda. Ou seja, é um grande benefício tanto para quem concede quanto para quem recebe.

Em suma, em tempos de relacionamentos mais perecíveis, investir em formas de manter a atratividade para a empresa é o grande desafio do departamento de recursos humanos. Ficar bom para todo mundo, desenvolvendo relações mais sustentáveis, é o segredo do sucesso em meio ao novo cenário que a lei trabalhista criou.

Se quiser saber mais sobre as alterações advindas da nova legislação trabalhista, sugiro um e-book que pode ser baixado no link http://blog.cestanobre.com.br/e-book-gratuito-da-reforma-trabalhista/.

Renato Xavier
Diretor de Operações e Marketing na Cesta Nobre, referência em cestas básicas

Website: http://blog.cestanobre.com.br/e-book-gratuito-da-reforma-trabalhista/.

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