Ferro de Solda, uma ferramenta utilizada de hobbistas até os profissionais, como definir a escolha do seu produto

O ferro de solda é uma das ferramentas mais utilizadas no mundo da eletrônica, existindo diversos tipos e ainda variando muito os valores entre eles. Entenda os seus modelos e funções para definir a melhor opção.

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Guarulhos, SP,08/09/2017 – Muito conhecido pelos profissionais da eletrônica, o ferro de solda é uma ferramenta de mão utilizada para soldar ou dessoldar componentes eletrônicos , fios e conectores eletrônicos. Possui diversos modelos, que vão dos mais sofisticados, com controle de temperatura, até os mais simples. Na hora de adquirir o produto, portanto, é preciso levar em conta a tarefa a ser executada. Não há necessidade de gastar muito dinheiro com uma estação de retrabalho de SMD (SurfaceMountingDevices) se serão feitas pequenas e médias montagens. Mas comprar o produto mais barato e de pior qualidade também é desperdício. O ideal é encontrar o equilíbrio.
Comprar o produto mais barato e de pior qualidade também é desperdício. O ideal é encontrar o equilíbrio.

Para escolher o ferro de solda mais adequado, é preciso observar o tipo, o sistema de controle de temperatura e a sua potência. Existem, no mercado, basicamente, quatro modelos que abrangem desde o nível amador até o técnico. O mais comum e básico é o tipo lápis. Suas vantagens são fácil utilização, fácil manutenção e preço acessível. Sua desvantagem é a potência fixa. O ferro de solda tipo pistola também tem funcionamento simples. Precisa de um curto tempo de aquecimento e é facilmente ligado e desligado, o que agiliza o trabalho e economiza energia. Sua desvantagem é o peso. Além disso, ele tem um grande poder de aquecimento para ser usado em placas de circuito impresso finas e pode gerar campos elétricos altos. Por isso, não deve ser usado em alguns componentes mais sensíveis. É um modelo recomendado apenas para usuários intermediários.

Por sua vez, o ferro de solda tipo machadinha é ideal apenas para ser usado em soldas mais específicas, como em chassis de aparelhos antigos a válvula, soldagem de malhas e blindagem. Seu uso é profissional. E o ferro de solda tipo pinça, também de uso profissional, foi desenvolvido especialmente para trabalho em SMD, evitando o contato com componentes adjacentes sensíveis às altas temperaturas. A pinça de remoção e colocação de circuito integrado torna a tarefa fácil e rápida.

Existem três tipos de ferro de solda com base na temperatura: os sem controle de temperatura, os com controle de temperatura e as estações. Os modelos sem controle de temperatura são geralmente os mais baratos. Basta ligá-los e estão prontos para usar, uma vez que são aquecidos. São os mais adequados para trabalhos domésticos amadores. Já o ferro de solda com controle mantém a temperatura da ponta durante todo o tempo de uso. Por sua vez, a estação de solda e a estação de retrabalho têm um controle de temperatura com o qual o usuário pode alterar o aquecimento da ponta quando necessário.

No que diz respeito à potência do ferro de solda, o melhor é não adquirir um modelo com potência muito alta ou baixa demais, pois a exposição ao calor durante a solda pode danificar alguns componentes e até soltar trilhas da placa de circuito impresso. A baixa temperatura, no entanto, dificulta o trabalho. Um ferro de solda de 30 ou 40 watts com resistência cerâmica é o ideal para começar.

Website: http://www.baudaeletronica.com.br

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