O poder do Business Intelligence (BI) e a quebra de paradigmas na gestão

Ainda que o modelo mais tradicional de BI atue de maneira mais centralizada, prevendo uma equipe própria para lidar com esses dados e informações, com o passar do tempo observou-se que esse comportamento acaba atrasando processos que poderiam estar sendo desenvolvidos de forma mais rápida e assertiva se as informações fossem distribuídas corretamente.

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O poder do Business Intelligence (BI) e a quebra de paradigmas na gestão
SB post

Sabe aquela frase “em time que está ganhando não se mexe”? Embora represente uma visão confortável de enfrentar uma situação, quando aplicada ao mundo corporativo ela simboliza um modo perigoso de encarar os negócios. Nem mesmo no futebol ela deve ser seguida à risca. Apesar de o time estar jogando bem, cada adversário tem suas particularidades e características, o que vai exigir dinamismo da equipe e uma mente aberta disposta a mudar de esquema tático para explorar as falhas do oponente. No que diz respeito à relação do negócio com o mercado, isso não deve ser diferente e uma ferramenta de business intelligence (BI) pode ajudar em tudo isso.

A importância de se reinventar
Para acompanhar o dinamismo do mercado, é preciso também incorporar essa mesma característica à gestão da empresa. Estar atento às novas demandas e disposto a remanejar ações para atendê-las quando preciso é sinal de versatilidade, um importante atributo no que diz respeito à competitividade.

Utilizar as estratégias corretas é essencial nessa empreitada em busca de mais dinamismo. E um importante aliado para isso é o business intelligence (BI), um conjunto de técnicas e ferramentas que utiliza a análise de dados para gerar informações qualificadas e melhorar o processo de tomada de decisão de uma empresa. De modo mais claro, o BI é uma forma de proporcionar a gestores e empresários um conhecimento mais amplo sobre a realidade do negócio e do mercado também. Isso porque os dados, que podem ser de desempenho ou da estrutura da empresa, são coletados nas diversas áreas para, então, serem armazenados, processados e transformados em indicadores que são apresentados às pessoas certas por meio de relatórios ou painéis (os conhecidos dashboards). É a partir do cruzamento dessas informações que se torna possível identificar os processos obsoletos, que necessitam se adequar às mudanças propostas pelo mercado, além de planejar novas ações e projetar cenários. Tudo com base em fatos precisos, não em suposições.

O uso do BI no Brasil e em outros países da América Latina está crescendo e ganhando cada vez mais adeptos. Um estudo da empresa de consultoria Frost & Sullivan aponta que o mercado de coleta e análise de dados, que inclui o BI, movimentou US$ 2,48 bilhões na América Latina em 2016. Até 2022, a estimativa é de que essa cifra alcance US$ 7,41 bilhões. De acordo com uma pesquisa do Gartner Group, o número de usuários de BI deve crescer até 2020, com um aumento de cientistas de dados e um maior interesse não apenas na automação, mas no conhecimento em relação ao negócio.

O BI e a descentralização das informações
Um aspecto importante do BI é a possibilidade de servir como um incentivo à descentralização das informações coletadas, de modo que não se restrinjam apenas aos diretores, gestores ou mesmo à equipe de TI.
Ainda que o modelo mais tradicional de BI atue de maneira mais centralizada, prevendo uma equipe própria para lidar com esses dados e informações, com o passar do tempo observou-se que esse comportamento acaba atrasando processos que poderiam estar sendo desenvolvidos de forma mais rápida e assertiva se as informações fossem distribuídas corretamente. Quer dizer, disseminar o acesso às informações é uma forma de evitar gargalos, pois proporciona maior autonomia às equipes de diferentes áreas para que possam interpretar os próprios resultados gerados e, assim, buscar meios de aproveitar as oportunidades apontadas pelas análises.

O segredo é entregar as informações certas para as pessoas certas, desencadeando um movimento importante de inovação dentro do negócio, já que os profissionais podem, a partir dos indicadores, pensar em novas perspectivas, quebrando paradigmas e conquistando melhores resultados.

Soluções inovadoras em softwares são a aposta para que empresas elevem o poder de gestão, agilizando processos e eliminando as chances de erros. Diferentes opções disponíveis no mercado atendem às necessidades de todas as áreas de uma empresa. Referência em softwares na área de gestão empresarial, a WK Sistemas integrou seu ERP WK com o Power BI da Microsoft. “Nos últimos 12 meses investimos R$1,15 milhão em pessoas, tecnologia, pesquisas e desenvolvimento”, explica o gestor de Marketing e Canais da WK Sistemas, Marcio Tomelin.

O Power BI da Microsoft se destaca como uma das mais inovadoras e principais soluções de BI no mercado mundial. Além da integração, a WK criou para seus clientes dashboards para gestão comercial, financeira e RH com 14 painéis que apresentam mais de 100 indicadores de negócios de variadas formas e que operam de maneira integrada, demonstrando informações em tempo real para os gestores. Estes dashboards já estão configurados, formatados e prontos para uso gratuitamente. A tecnologia de Fast Data com alocação in memory do banco de dados do ERP WK, permite aos clientes realizarem atualizações constantes dos dashboards com alta velocidade de mineração de dados sem a necessidade de replicação em tabelas intermediárias.

Website: http://escolha.wk.com.br/wk-power-bi/

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